Cleiton Fiuza

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William Borden – um exemplo de como ser sal e luz para esse mundo.

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William Whiting Borden já era milionário aos 21 anos e foi ordenado como missionário aos 25, no dia 9 de setembro de 1912. Muitas pessoas já foram ordenadas tão jovens quanto ele, mas, poucas iniciaram sua vida ministerial com tantos recursos financeiros como Borden, ou usaram seus bens tão generosamente para a expansão do Reino de Deus.

Filho de um magnata americano, aos 16 anos, ganhou como presente de formatura do segundo grau uma viagem turística ao redor do mundo, passando pela Ásia, África e Europa. Durante essa viagem, ele percebeu a desesperadora necessidade que as pessoas de diversas culturas sentem de Cristo e decidiu que ele faria todo o possível para que a mensagem do Evangelho chegasse até um dos povos mais difíceis de serem alcançados na época, os mulçumanos chineses.

Estudou nas Universidades de Yale (onde ganhou seu apelido, Borden de Yale) e desde cedo foi destacado entre os demais estudantes como alguém que tinha um compromisso sério com Deus. Um de seus colegas escreveu sobre ele “Ele entregou o seu coração para Deus em rendição total a Cristo… Nós, seus colegas de turma, aprendemos a espelharmo-nos nele e percebermos nele uma força que era sólida como uma rocha, como resultado de sua consagração”. 

Durante seu primeiro semestre em Yale, Borden deu início a um grupo de oração e estudo bíblico matinal no campus. No final do primeiro ano, o grupo, que começou com 3 universitário, já reunia mais de 150 pessoas semanalmente. Em seu último ano em Yale, esse mesmo grupo contava com a participação de mais de 1.300 universitários. 

Muitos cristãos não reconhecem as oportunidades que Deus os dá para ser sal e luz. Borden, no entanto, não era uma dessas pessoas e, embora se sentindo chamado para a China, não esperou até ser enviado para iniciar algum trabalho missionário. Ainda como universitário, ele também fundou o Yale Hope Mission, um centro de apoio para comunidade carente, órfãos e viúvas da região onde morava e que dava suporte para alcoólatras e prostitutas que desejassem se regenerar.

Questionado pelos amigos sobre sua decisão de tornar-se missionário, William escreveu duas palavras na capa de sua Bíblia “NENHUMA RESERVA”. Recebendo inúmeras propostas para trabalho, ele completou com mais duas palavras “NENHUMA DESISTÊNCIA”.  

Espiritualmente precoce, ele foi um dos diretores do Instituto Bíblico Moody, do Instituto Bíblico Nacional, e da missão China ainda aos vinte e poucos anos. Cercado por líderes do movimento cristão mundial, que o influenciaram em sua visão missionária, como Samuel Zwemer, Apóstolo para os Muçulmanos, e John R. Mott, líder do Movimento Voluntário Estudantil.

Após ser aceito pela agência missionária que o enviaria a China, viajou para Cairo, no Egito, onde começou a ser instruído no estudo da língua árabe e na literatura mulçumana. Precisava desse preparo antes de iniciar seu trabalho com mulçumanos na China. No entanto, poucos meses após sua chegada ao Egito, contraiu Meningite cérebro-espinhal e veio a falecer com apenas 25 anos de idade.

A morte precoce desse jovem cristão que, sendo milionário, renunciou tudo para dar o seu melhor ao Reino de Deus, impulsionou centenas de outros jovens cristãos a ação. Um pouco antes de sua morte, Borden escreveu mais duas palavras na capa de sua Bíblia “NENHUM ARREPENDIMENTO”. Mrs. Howard Taylor escreveu a sua biografia, e esta tem inspirado o recrutamento de multidões ao serviço missionário.

Mesmo após a sua morte, seus recursos continuaram permitindo a continuidade da missão com a qual ele havia sonhado, em seu testamento, Borden deixou um milhão de dólares para a causa missionária na China. Por causa desses recursos, muitos puderam ouvir a mensagem do Evangelho e terem suas vidas transformadas por Cristo. Parte desses recursos foi usada para a construção de um hospital na China, que leva o seu nome.

Por: Cleiton Fiuza

Fontes: http://home.snu.edu/~HCULBERT/regret.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/William_Whiting_Borden


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