Cleiton Fiuza

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Curte maratona de séries? Tenho 5 super dicas para você curtir no final de semana

O meio do ano chegou, passou e a gente ainda tá meio desnorteado, né? Agora se você é maratonista de séries talvez tenha notado que 2017 tem sido um ano frutífero, muitas séries boas estrearam e deixaram nossa vida mais interessante. Fiz um apanhado de séries bacanas que chegaram pra ficar e pra você maratonar naqueles domingos mortos.

Ah e detalhe: SPOILER FREE! Pode ler sem medo de ser feliz e já programar as maratonas com as amizades, crushes, família ou só mesmo.

1 – AMERICAN GODS

AMERICAN GODSCanal Starz – renovada para segunda temporada.

American Gods é inspirada na obra de Neil Gaiman e pode ser definida como surpreendente, vi alguns comentários como “incrível e bizarra” também.

Resumidamente, a série acompanha Shadow Moon que é libertado da prisão com alguns dias de antecedência devido a morte de sua esposa. Na viagem para casa, Shadow conhece um homem misterioso chamado Wednesday, ele lhe oferece um emprego sem dar grandes explicações. Shadow, sozinho no mundo e acreditando que Wednesday é apenas um picareta, passa a acompanhá-lo – sem saber que na verdade o homem é um dos deuses mais antigos e que está reunindo outros deuses para uma fatídica batalha com os deuses modernos.

A trama é super fantasiosa e consistente, com as pitadas certas pra quem gosta de ficção e enredos bem amarrados. Os efeitos deixam um pouco a desejar em alguns momentos, mas o elenco compensa fortemente. Ian McShane e Ricky Whittledão vida a dupla protagonista e o elenco ainda conta com Emily Browning, Gillian Anderson, Orlando Jones e Pablo Schreiber.

2 – BIG LITTLE LIES

boas-series-2017-2HBO – Minissérie 
Mais um tvshow baseado em obra literária, dessa vez de Liane Moriarty. Aclamada pela crítica por sua trilha sonora e direção impecável de Jean-Marc Vallée; e claro, 7 indicações ao Emmy 2017, incluindo “Melhor Minissérie” e mais 4 indicações ao elenco e direção.

A série ilustra o cotidiano de três mães que acabam se aproximando quando seus filhos começam a estudar juntos, suas vidas de aparência perfeita começam a desmoronar e mentiras parecem ser a base dessa nova e já forte relação entre elas. O tom irônico e real foi muito elogiado e bem recebido, o drama também na medida certa! Mais um acerto da nossa HBO em uma série que é muito mais do que humor.
Reese Witherspoon, Nicole Kidman e Shailene Woodley dão show de atuação e merecem todos os elogios. Inclusive a série conta com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, quer mais?

3 – 13 REASONS WHY

boas-series-2017-3Netflix – renovada para a segunda temporada
Entrando em terrenos polêmicos de uma série que dividiu opiniões de leigos, críticos e especialistas. A série foi adaptada do livro de Jay Asher por Diana Son e Brian Yorkey e tem Selena Gomez como produtora executiva (ela seria a protagonista em um filme homônimo, mas acabou co-produzindo a série).

A trama é centrada em Hannah Baker uma estudante que comete suicídio e deixa uma caixa de fitas cassetes gravadas contando os treze motivos que a levaram a tirar a própria vida. As fitas contam um pouco da relação de Hannah com os colegas na escola e os expõe, além de outras pessoas que se envolveram na história da garota.
O que temos que elogiar é o jovem elenco que nos arrepiou a todo momento, destaque para os protagonistas Dylan Minnettee a estreante Katherine Langford. Vale ressaltar que o tema suicídio alarmou muitos psicólogos, pois a série retrata o assunto de modo bastante cru.

Podemos ver temas complexos e duros como a própria cena do suicídio e mais de um estupro de modo explícito, o que levou parte do público a elogiar a sensibilidade e senso da abordagem e outra parte questionar a necessidade de mostrar cenas de natureza tão forte para o público jovem. A Netflix adicionou diversos avisos em relação ao conteúdo da série no início de diversos episódios. Em geral é uma série muito bem produzida e que traz discussões que vão além do suicídio, mas entram na depressão, o bullying, o diálogo entre pais e filhos e mais.

4 – ANNE WITH AN “E”

boas-series-2017-4Netflix – renovada para a segunda temporada.
“Anne with an E” consegue ser tão adorável quanto o livro que inspirou a série. Nos sete episódios da primeira temporada, a trama conta a história da órfã Anne Shirley, que por engano, chega à fazenda de um casal de irmãos solteiros (Marilla e Matthew Cuthbert) que pretendiam, na verdade, adotar um menino para ajudar nas tarefas da propriedade rural onde viviam.

Além de uma bela fotografia, os pontos altos da série são a imaginação, o intelecto e a esperteza de Anne, capaz de conquistar não só seus pais adotivos, mas também o espectador que em menos de 5 minutos já está torcendo pela garota.

O grande mérito da série é conseguir, de forma leve e delicada, tocar em questões fortes como igualdade de gênero, bullying e tabus, sem soar panfletária, muito menos superficial.

5 – THE HANDMAID’S TALE

boas-series-2017-5Hulu – renovada para a segunda temporada.
Na minha opinião a melhor estreia do ano de 2017, de longe. Criada por Bruce Miller com base no romance “O conto da Aia” da escritora canadense Margaret Atwood, a série nos brinda com direção, atuações, fotografia, trilha sonora e tom quase incriticáveis. A primeira temporada é uma das únicas a contar com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A distopia se passa em um cenário presente – ou um futuro não distante – onde a taxa de natalidade é quase reduzida a zero devido à poluição e fatores climáticos. Na República de Gileade (antigo Estados Unidos) é implantado um regime totalitárioonde as mulheres vão perdendo lentamente seus direitos até se tornarem servas que existem exclusivamente para a reprodução. A protagonista é Offred/June, uma dessas servas – ou aias – e conhecemos a história desse novo mundo através de seus olhos.

Elisabeth Moss merece todos os prêmios possíveis pela atuação como a protagonista e vale o destaque também para Alexis Bledel (Gilmore Girls) e Yvonne Strahovski.
Com temática e tom acertados, The Handmaid’s Tale é uma distopia brilhante, desconfortável e bem adaptada. A série recebeu nada menos do que 13 indicações ao Emmy 2017. Pisa menos!

Tem outras sugestões? Deixa o seu comentário aqui embaixo:

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E quando chega o mau humor, como lidar com ele?

inteligencia-01No último fim de semana encontrei alguns artigos sobre um tema em comum: mau humor. O objetivo desses artigos era oferecer ajuda nessas horas – essas horas inevitáveis – em que você está de mau humor e não consegue evitar. E por mais que esses artigos tivessem alguns bons conselhos, eles tinham algo em comum: lidavam com o sintoma ao invés da causa. Eles lidavam com as lutas contra as manifestações do mau humor, ao invés de olhar para o cerne da questão. Cristãos deveriam entender melhor.

Eu sei uma coisa ou duas sobre mau humor. Normalmente sou uma pessoa animada, mas regularmente sou forçado a lidar com casos significativos de rabugice. Eu sei o quão difícil é se livrar do mau humor. Mas mesmo sendo difícil, não é impossível. Aqui está como fazê-lo:

Vá ao evangelho

Se há um momento de pregar o evangelho para si mesmo, é esse. Lembrar a si mesmo do evangelho é o maior choque de realidade possível. Lembrar a si mesmo do evangelho e permitir que essas verdades atravessem sua mente e seu coração é lembrar a si mesmo das mais profundas realidades do universo. Você se lembrará de que é um pecador que merece a ira de Deus, que o próprio Deus entrou nesse mundo como um homem, que ele carregou todo o seu pecado e condenação, que ele sofreu a ira de Deus em seu lugar, que ele morreu a morte que você merecia, que ele ressuscitou em triunfo e que toda a justiça dele foi dada a você. Algumas pessoas dizem que quando você está mau-humorado, você deve meditar. Elas estão certas, exceto que, ao invés da meditação oriental de esvaziar a mente, você precisa da meditação cristã de encher a mente, quando você deliberadamente enche sua mente com a verdade do evangelho.

Chame pelo nome

Tendo pregado o evangelho a si mesmo, você agora está em posição de chamar o mau humor pelo nome. É pecado. É exatamente o tipo de pecado pelo qual Jesus precisou morrer. Nunca há uma desculpa para estar mal-humorado. Ser mal-humorado é ser destemperado, rude, grosseiro e egoísta. Você fica mal-humorado quando a vida não vai do jeito que você gostaria, quando outros interrompem seus planos para uma vida fácil e pacata, quando outros te irritaram de alguma forma. Você pode até acordar mal-humorado por nenhuma razão aparente. O mau humor se instala em sua mente, de forma que você fica remoendo todas as formas em que foi injustiçado. Você se torna irritável e impaciente. Você explode com os outros e se justifica. Há uma categoria de ira justa (“Irai-vos, mas não pequeis”, diz Efésios 4.26), mas nunca há um mal humor justo. Jesus ficou irado e indignado perante os mercadores no templo e com os discípulos que queriam impedir as crianças de irem até ele. Mas ele não estava mau humorado. Mau humor um pecado, simples assim.

Trate pelo nome

Você reconheceu que seu mau humor é pecado. Esse é um grande primeiro passo, mas pecado é um termo genérico. Você deveria avançar mais um passo adiante e chamar esse pecado pelo nome bíblico. Mau humor não é um termo que a Bíblia usa, então é melhor usar irritabilidade, impaciência ou ira injusta. Talvez os três juntos. Essas são as formas em que a Bíblia descreve seu mau humor e, em todos os casos, são descritas como pecado. Você pode tentar disfarçar com eufemismos (“estou lutando com isso” ou “está tudo bem, só estou passando por dificuldades”), mas no fim é só mais um desses pecados. Ao chamar o mau humor pelo nome certo – o pecado da ira injusta, o pecado da irritabilidade ou o pecado da impaciência – você não dá espaço a si mesmo para nenhuma desculpa e se colocou em uma posição de lidar com isso apropriadamente. E a forma correta de lidar com isso é pedir perdão a Deus.

Observação: eu sei que isso tudo soa um tanto formal, mas todos esses três passos podem ser realizados em questão de segundos. Pode valer a pena demorar mais que isso, especialmente quando o mau humor se torna um padrão, mas no calor da batalha, esse tipo de pensamento pode ser realizado de forma bem rápida.

Vá até a fonte

Você foi ao evangelho, você chamou o pecado pelo que ele é e pediu perdão por ele. Agora é a hora de ir até a fonte e tentar estabelecer a razão desse mau humor. Pode ser que você esteja se permitindo meditar no que é ruim e pecaminoso e que seu humor pecaminoso tem a ver com seus pensamentos pecaminosos. Pode ser que alguém pecou contra você. Pode ser que você tenha pecado contra seus filhos ou seu cônjuge. Pode ser que o orgulho é a causa, e seu mau humor é uma resposta a alguma vergonha ou a ter sido ignorado. Pode ser que você teve um sonho durante a noite e, de alguma forma, seu cérebro está confundindo o sonho com a realidade (é só comigo que isso acontece?). Pode até ser que você nunca encontre a fonte.

Mas se, e quando, você a encontrar, você também encontrou meios claros de responder – um pedido de perdão (quando você pecou contra alguém), uma confrontação (quando alguém pecou contra você) ou uma boa risada de si mesmo (quando você percebe que está de mau humor apenas por que seu orgulho foi ferido).

Responda o pecado com a verdade

A forma de vencer o erro – o tipo de erro que leva ao mau humor – é responder a ele com verdade. A verdade é sempre mais poderosa que o erro. O problema com o mau humor é que é muito, muito difícil ser razoável consigo mesmo. Em seu mau humor, você precisa agir de forma contrária ao que sente. Quando você se sente mau humorado, é hora de agir de formas fiel e alegre, e confiar que seus sentimentos vão seguir suas ações.Alguns podem fazer isso simplesmente meditando a respeito do que é verdadeiro. Mas para muitos outros, uma ajuda extra é necessária, e nós podemos obtê-la: verdade adicionada de boa música é uma combinação poderosa. É uma combinação que pode facilmente redirecionar o coração para o lado oposto. Então cante! Cante sobre o que é verdadeiro – sobre Deus, o evangelho e a obra de Cristo. Então aja, de forma piedosa e fiel.

O pecado do mau humor, como qualquer outro pecado, é uma questão do coração. Nossa tentação é sempre lidar com as manifestações, ao invés da raiz. A melhor e mais duradoura forma de vencer o mau humor é sempre ir ao cerne e lidar com as causas mais profundas.

Por Tim Charllies

10 características do Sr. Controlador

estresse-e1446554714153Em qualquer discussão sobre abuso espiritual é importante distinguir entre autoridade e autoritarismo. Vamos começar com algumas definições amplas:

Autoridade é o uso lícito de autoridade lícita: Deus, a igreja, o estado ou uma empresa deram a alguém o direito de governar e guiar sua vida em certa área, e essa autoridade está sendo exercida nas áreas corretas do jeito certo.

Autoritarismo é o exercício de autoridade ilícita: é alguém que não recebeu autoridade sobre minha vida tentando governar e dirigir minha vida, ou alguém que tem autoridade em uma área limitada da minha vida tentando governar e dirigir outras partes ou cada parte da minha vida.

Autoritarismo também é o uso ilícito de autoridade lícita: Alguém que pega a autoridade que recebeu e abusa dela exercendo-a de maneiras que somente beneficia a ele e normalmente me atinge.

Definições nos ajudam um pouco, mas ilustrações nos levam além. Vamos observar algumas marcas do autoritarismo. Como ele se parece? Como eu o reconheço? Como eu sei se estou sendo autoritário ou apenas exercendo autoridade legítima? Como eu sei se estou sendo vítima do autoritarismo? Vamos ver se conseguimos construir uma descrição do “Sr. Controlador”.

  1. O Sr. Controlador tem fome de poder. Ele está sempre tentando ter mais controle sobre sua vida. Ele nunca está satisfeito em saber o que sabe sobre você, mas sempre quer saber mais. Ele nunca está contente com poder em uma ou duas áreas, mas quer poder em todas as áreas. Sua maior emoção é mandar em outras pessoas e torná-las subservientes.
  1. O Sr. Controlador nunca suspeita de que pode estar abusando do poder. Ele nunca diz: “por favor, me avise se você achar que estou passando dos meus limites”. Ele não identifica ou quase não percebe sua tendência de abusar do poder.
  1. O Sr. Controlador fica fácil e terrivelmente ofendido quando alguém questiona sua autoridade. “Como você ousa falar assim comigo!”, “Você sabe com quem está falando?”. Qualquer questionamento é visto como insubordinação, rebeldia, desrespeito, etc.
  1. O Sr. Controlador se enxerga mais como Rei que como servo. Ele raramente pensa ou pergunta: “Como posso servir você?”. Em vez disso, sua atitude mais comum é “como eu posso mandar em você?”. Seu alvo é ganhar mais controle, não oferecer mais ajuda. Ele empodera a si mesmo, e não os outros.
  1. O Sr. Controlador ameaça quando ameaçado. Quando sua autoridade é questionada ou desafiada, mesmo quando é feito de forma humilde e apropriada, ele adverte sobre as desagradáveis consequências para o questionador. Ele certamente nunca para para pensar: “eu me excedi em minha autoridade? Eu lidei com isso corretamente? Eu cometi um erro?”.
  1. O Sr. Controlador tem um longo registro. Sua posição de poder o permitiu construir um grande arquivo histórico de suas “vítimas”, o qual ele não hesita em usar (ou ameaça usar) quando necessário.
  1. O Sr. Controlador manda em vez de ensinar. Ele manda nas pessoas sem explicar por quê. “Apenas faça!”. Ele não gasta tempo ou se esforça para explicar seu jeito ou sua “liderança”. Ele prefere lei e sanção a ensinar, instruir e motivar. Ele teme que, se ensinar princípios e alvos, as pessoas poderão fazer as coisas sozinhas em vez de serem dependentes dele para tudo.
  1. O Sr. Controlador agarra-se ao poder. Diferente de líderes verdadeiros que amam treinar outros líderes e delegar poder a eles, ele se agarra ao poder e recusa-se a largá-lo. Afinal, obviamente ninguém é tão sábio e competente quanto ele.
  1. O Sr. Controlador odeia ser controlado. Geralmente, ele resiste a outra pessoa com autoridade sobre ele ou dizendo o que ele deveria ser ou fazer. Normalmente, ele é um crítico feroz de outras fontes de poder e autoridade ao seu redor. Ele pensa: “se conseguir enfraquecê-lo/a/os, eu me fortalecerei”.
  1. O Sr. Controlador não tem autocontrole. Essa é sua característica mais estranha. Você acharia que tamanho vício em controle produziria uma pessoa profundamente disciplinada. De forma alguma. Muitos controladores têm grandes déficits no quesito autocontrole. Talvez seja porque eles estão tão ocupados interferindo nas vidas dos outros que  negligenciam a sua própria. Talvez seja porque eles acham mais fácil dirigir e disciplinar outros. Eu não sei, mas preste atenção nisso. Por trás de muitas personalidades autoritárias há normalmente uma falta de autoridade bíblica, geralmente manifesta em moral deficiente ou temperamento ruim.

E lembre-se: há Sras. Controladoras também.

Por David Murray

Conheça a realidade da adoção nos estados brasileiros

Levando-se em consideração a seguinte legenda:

legenda

Região Norte:

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Região Nordeste:

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Região Centro Oeste:

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Região Sudeste:

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Região Sul:

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Para confirmar os dados atualizados, mensalmente, visite o site do CNA.

Fonte: Agência Brasil

Infográficos: Cid Vieira e Daniel Dresch

Como adotar uma criança no Brasil

Para se candidatar à adoção é necessário ter mais de 18 anos e ter 16 anos a mais que a criança a ser adotada. O processo tem várias etapas que variam de acordo com o estado e com as Varas de Infância. Os documentos solicitados também são distintos, de acordo com a unidade da Federação.

Segundo o Cadastro Nacional de Adoção, o procedimento geral segue o seguinte rito:

1) Procure a Vara de Infância e Juventude do seu município e se informe sobre os documentos. Para entrar no Cadastro Nacional de Adoção são solicitados: identidade; CPF; certidão de casamento ou nascimento; comprovante de residência; comprovante de rendimentos ou declaração equivalente; atestado ou declaração médica de sanidade física e mental; certidões cível e criminal.

2) Com documentos em mãos, faça uma petição, que pode ser preparada por um defensor público ou advogado particular no cartório da Vara de Infância.

3) É obrigatório fazer o curso de preparação psicossocial e jurídica para adoção. A duração do curso também varia nos estados. No Distrito Federal, são dois meses de aulas semanais.

4) O passo seguinte é a avaliação psicossocial com entrevistas e visita domiciliar feitas pela equipe técnica interprofissional. Na entrevista, é determinado o perfil da criança que deseja adotar, de acordo com vários critérios. O resultado será encaminhado ao Ministério Público e ao juiz da Vara de Infância.

5) O laudo da equipe técnica da Vara de Infância e o parecer emitido pelo Ministério Público vão servir de base para a sentença do juiz. Se o pedido for acolhido, o nome do interessado será inserido nos cadastros, válidos por dois anos em território nacional. Se não, é importante buscar os motivos. Estilo de vida incompatível com criação de uma criança ou razões equivocadas (para aplacar a solidão; para superar a perda de um ente querido; superar crise conjugal) podem inviabilizar uma adoção. É possível se adequar e começar o processo novamente.

6) A Vara de Infância avisa sobre uma criança com o perfil compatível. O histórico de vida da criança é apresentado ao adotante; se houver interesse, ambos são apresentados. A criança também será entrevistada após o encontro e dirá se quer continuar com o processo. Durante esse estágio de convivência, monitorado pela Justiça e pela equipe técnica, é permitido visitar o abrigo onde ela mora e dar pequenos passeios.

7) Em seguida, é preciso ajuizar a ação de adoção. Ao entrar com o processo, é entregue a guarda provisória, que terá validade até a conclusão do processo. Neste momento, a criança passa a morar com a família. A equipe técnica continua fazendo visitas periódicas e apresentará uma avaliação conclusiva.

8) O juiz vai proferir a sentença de adoção e determinar a lavratura do novo registro de nascimento, já com o sobrenome da nova família. Neste momento, a criança passa a ter todos os direitos de um filho biológico.

Para adotar crianças ou adolescentes de outro país, as regras são diferentes. O país de origem da criança deve ter ratificado a Convenção de Haia. A lista com os documentos necessários e os procedimentos também são diferentes. As informações estão disponíveis na página do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.

O Ministério Público do Rio Grande do Sul elaborou um documento para esclarecer as principais dúvidas sobre esse processo. O arquivo está disponível para ser baixado aqui.

Conheça a realidade da adoção nos estados brasileiros

7 Coisas sobre marketing que você precisa saber – por Philip Kotler

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Foto: Lola Studio

Com cinco milhões de cópias vendidas de seus livros e traduzido em mais de 40 países, Philip Kotler recebeu um status que poucos estudiosos e professores já conquistaram. Considerado o principal nome do marketing atual e a sexta pessoa mais influente do mundo pela Wall Street Journal, ele se tornou uma lenda viva ao ser o detentor de muitas teorias estudadas nas universidades e utilizadas pelas empresas em todo o planeta.
Apesar de seus 81 anos, Kotler ainda mostra disposição ao circular pelo mundo disseminando seus conceitos em palestras e consultorias. Pela primeira vez em Recife, o estudioso ministrou o seminário HSM Marketing 3.0 e abordou para uma plateia de mais de mil executivos sobre alguns pontos essências do marketing em uma nova economia conectada por redes.

Veja sete características do novo Marketing apontadas por Kotler:

1 – O antigo marketing morreu

“O marketing antigo morreu. Antes, os consumidores não tinham tanto conhecimento da empresa, eles só viam o que dizia a publicidade. Ou seja, as empresas detinham o monopólio da informação. Hoje, isso mudou. Você pode conhecer a empresa tanto quanto ela. Você pode entrar na internet e saber todos os detalhes de um produto, quem são seus concorrentes e tudo mais”, destaca Philip Kotler.

E o professor relata um exemplo bem atual: “Hoje, quando você vai comprar um carro, você não vai simplesmente entrar na concessionária para saber do veículo, você vai perguntar aos seus cinco mil amigos no Facebook. No novo marketing, os consumidores estão mais inteligentes e bem informados”, contou Kotler.

Segundo o professor, qualquer empresa que faz uma promessa que não pode cumprir terá problemas. “As empresas estão em um grande aquário e todo mundo pode ver o que está acontecendo dentro”, compara.

2 – A inovação deve ser incansável

“Se você inovar frequentemente terá muitos fracassos, mas se você não inovar, sairá do mapa. Então, você não tem escolhas”, indaga o professor Kotler. Para ele, “não basta ter apenas uma cultura de inovação, é preciso mantê-la constantemente, porque o mundo não para”.

Kotler destaca que é exatamente isso que as grandes empresas mundiais como a Apple, Intel, Amazon e McDonald’s fazem e é por isso que elas conseguem se manter no topo por muito tempo.

Ele ainda ressalta que não manter essa postura de inovação é a forma mais rápida de uma empresa falir, assim como aconteceu recentemente com a Kodak, que pediu concordata nos EUA. “Como as empresas morrem? Quando alguma tecnologia começa a ficar obsoleta e as empresas não querem abandonar o sistema. Às vezes tem muito dinheiro investido na antiga tecnologia”, destaca Kotler.

3 – Conheça seus consumidores

Kotler defende as empresas que apostam em um marketing segmentado. Para ele, se antes era o marketing de massa o mais comum para atingir o maior número de pessoal, agora a tendência é justamente o micromarketing ou marketing de precisão. Ou seja, é preciso conhecer de perto os seus consumidores.

Dessa forma, é possível oferecer produtos e serviços que se aproximam mais das necessidades dos clientes. Esse pode ser um grande diferencial competitivo para as empresas que possuem muitos concorrentes diretos em seu mercado de atuação.

4 – Use o planejamento, pense no marketing em direção ao futuro

Philip Kotler defende que o departamento de Marketing deve ser um setor parceiro do planejamento estratégico, um elemento propulsor do crescimento da empresa. Ele relata que ainda hoje muitos desses setores se preocupam apenas com a publicidade e em elaborar comerciais, enquanto o objetivo deve atingir todos os 4Ps do Marketing (produto, preço, promoção e praça). “O marketing é um processo que deve passar por quatro etapas: planejamento, gestão, execução e mensuração”, destaca.

Para Kotler, apesar de ser difícil fazer previsões em longo prazo, é importante também criar alguns cenários do que pode estar por vir. Essa é uma forma de tomar direções com menos probabilidade de erros para o futuro de uma ação ou da própria empresa.

5 – Intensifique suas ações nas redes sociais e conte histórias

Uma das formas de conquistar fãs de uma marca, segundo Kotler, é a capacidade de as empresas contarem histórias envolventes. Dessa forma, as pessoas se sentem mais próximas da organização.

Uma excelente plataforma para fazer isso são as redes sociais. No entanto, o professor alerta sobre a forma de utilizar essa mídia: “Não use o Facebook para vender seu produto, use para fazer relações”, afirma.

O professor destaca que duas empresas sabem fazer isso muito bem: a Coca-Cola e o McDonald’s. “Eles sabe contar histórias diferentes para mães, para crianças, para idosos. Eles têm formas de se comunicar com diferentes grupos e utilizam muito bem o marketing narrativo”, declara.

6 – Chame seus consumidores para desenvolverem seus produtos com você

Kotler defende a tese da cocriação nos negócios e no marketing atual. Ela permite de alguma forma que o cliente ou usuário faça parte do processo criativo e produtivo da empresa.

“Não e só testar um produto. Chame o consumidor para participar da criação dele. A Harley-Davison, a Lego, a GM e a Lexus são alguns expoentes nessa linha. A Lego, inclusive, pede ajuda a crianças para desenvolver seus novos produtos”, destaca o professor.

E Kotler explica que esse tipo de ação é até possível com campanhas, como fez a marca de salgadinhos da Doritos. “Eles pediram para as pessoas ideias para sua nova campanha de marketing e receberam mais de 10 mil sugestões diferentes”.

7 – Tenha responsabilidade socioambiental em suas ações

Baseado em sua teoria de Marketing 3.0, Kotler destaca que os consumidores de hoje estão consumindo de empresas que possuem cada vez mais uma preocupação com algum tipo de questão socioambiental.

Para ele, o futuro das empresas deve estar alinhado com essas diretrizes e com elas possuírem visão, missão e valores. “Entre aquilo que é certo e aquilo que é lucrativo, as empresas 3.0 preferem o certo. Elas abrem mão de algum lucro momentâneo para embutir em seu DNA um padrão de responsabilidade social”, afirma.

Kotler destaca que se antes a máxima era: “o que é bom para a empresa, é bom para a sociedade’, hoje, “o que é bom para a sociedade, é bom para a empresa”.

Fonte: Site Administradores

Vamos as 95 teses da igreja cristã reformada no século XXI – 1º

1º – Você pode sim discordar, questionar e confrontar biblicamente o seu pastor (ou qualquer outro líder espiritual) em caso de ensinos de falsas doutrinas, heresias, desvio de conduta, mal comportamento, tentativa de manipulação do grupo, etc… ou seja, pecado. Mas, faça isso com graça, amor e compaixão, na esperança de estabelecer uma r…estauração espiritual na vida dele, sem o medo de ser severamente castigado por Deus por estar “tocando no Seu ungido”.
Base Bíblica:
“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.” 2 Tm 4.2 “Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão, aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.” Tito 1:10-11
“E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdição. E muitos seguirão as suas dissoluções, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade. E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” 2 Pedro 2:1-3
“Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; Não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?); Não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo. Convém também que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta, e no laço do diabo.” 1 Timóteo 3:2-7
“Não repreendas asperamente os anciãos, mas admoesta-os como a pais; aos moços como a irmãos;”1 Timóteo 5:1
“Não aceites acusação contra o presbítero, senão com duas ou três testemunhas. Aos que pecarem, repreende-os na presença de todos, para que também os outros tenham temor.” 1 Timóteo 5:19-20
“Se alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo, e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja causa de ganho; aparta-te dos tais.” 1 Timóteo 6:3-5
“Porque há muitos desordenados, faladores, vãos e enganadores, principalmente os da circuncisão, aos quais convém tapar a boca; homens que transtornam casas inteiras ensinando o que não convém, por torpe ganância.” Tito 1:10-11